jueves, 28 de junio de 2012

LOS AMPUTADOS PUEDEN


 AMPUTADOS TIENEN OPORTUNIDAD EN DEPORTES.Jogadores da seleção argentina de futebol para amputados se preparam para uma partida de exibição no Paraguai, onde ajudaram o país vizinho a formar um time da modalidade. (Marta Escurra para Infosurhoy.com)

Seleção argentina de futebol para amputados visita Paraguai para incentivar jogadores locais e chamar a atenção sobre acidentes de trânsito.
        Jogadores da seleção argentina de futebol para amputados se preparam para uma partida de exibição no Paraguai, onde ajudaram o país vizinho a formar um time da modalidade. (Marta Escurra para Infosurhoy.com)
Jogadores da seleção argentina de futebol para amputados se preparam para uma partida de exibição no Paraguai, onde ajudaram o país vizinho a formar um time da modalidade. (Marta Escurra para Infosurhoy.com)
ASSUNÇÃO, Paraguai – Hugo Rolando Hereñú achou que sua vida tinha acabado quando os médicos amputaram sua perna esquerda depois que um caminhão o atropelou enquanto andava de bicicleta. Ele tinha 10 anos.
“Pensei que nunca mais poderia voltar a fazer nada”, lembra Hereñú.
Mas, 38 anos depois, Hereñú encontrou a força interior e o consolo que acreditava ter perdido quando criança.
Como? Através do futebol.
A perda de um dos membros não impediu que o argentino da província de Entre Ríos, no leste do país, se tornasse capitão da seleção de futebol para amputados e presidente da Federação Argentina de Futebolistas Amputados.
“Posso garantir que nossa modalidade de futebol, além do aspecto atlético, pode reabilitar e mudar totalmente a vida de uma pessoa”, afirma. “[Graças ao futebol], agora, mais do que nunca, tudo é positivo para mim, não há obstáculos que eu não possa superar.”
Hereñú e seus companheiros de equipe visitaram recentemente o Paraguai, a convite da ONG local “Portas Abertas”, que ajuda vítimas de amputações a conseguir próteses e defende leis de trânsito mais rigorosas.
Em Assunção, os jogadores argentinos se reuniram com amputados paraguaios para ajudá-los a formar uma equipe local.
“Nossa missão agora é tirar os atletas amputados de suas casas, onde talvez estejam confinados e nem saibam que existe esta oportunidade”, ressalta Hereñú.
Muletas não tocam a bola
Nos jogos de futebol, os amputados usam muletas para se movimentar no campo. Se um jogador toca a bola com uma das muletas, comete falta e o adversário ganha tiro livre. Geralmente, o goleiro é alguém que teve um mão ou um braço amputado.
A intensidade do jogo e a resistência física dos jogadores impressionaram o amputado paraguaio Joshua Vallovera, de 13 anos, que assistiu à partida de exibição entre paraguaios e argentinos no gramado do clube profissional local Libertad.
Ele lembra o dia exato em que sofreu o acidente nas ruas de Assunção: 31 de março de 2009.
“Estávamos indo a um supermercado com meu pai, um ônibus perdeu os freios e nos atropelou”, lembra Vallovera. Os médicos tiveram de amputar sua perna direita por causa dos ferimentos sofridos no acidente.
Agora, o adolescente diz estar grato por voltar a praticar seu esporte favorito, o futebol.
“Estou feliz, feliz por voltar a jogar futebol”, afirma Vallovera. “[Os jogadores argentinos] me ensinaram como chutar a bola e me mostraram como correr com as muletas. Isso demonstra que todos podem jogar futebol, não importam as condições físicas da pessoa acidentada”.
Todo mês, milhares de feridos
Antes da partida, Hereñú e Vallovera falaram ao público, destacando a necessidade de maior conscientização sobre a segurança nas estradas, pois acidentes de trânsito que resultam em amputações e mortes são frequentes no Paraguai.
Estima-se que 12.000 pessoas são feridas e outras 1.000 morrem anualmente em acidentes de trânsito no Paraguai, um país de 6,5 milhões de habitantes, segundo María José Esquivel, porta-voz do Segurança nas Estradas, ONG que trabalha na prevenção de acidentes com carros.
Cerca de 30% dos acidentes resultam em amputações, acrescenta ela.
Acidentes de trânsito são a principal causa de morte de pessoas entre 15 e 29 anos de idade, de acordo com a ONG.
“Do total, 70% das vítimas são homens e 40% dos acidentes envolvem atropelamentos”, afirma María José, acrescentando que 90% dos acidentes de trânsito envolvem álcool. “Em média, 3 pessoas morrem e 30 são feridas diariamente [por causa de acidentes de trânsito].”
        Miguel Lemos, goleiro da seleção argentina de futebol para amputados: “o mais importante é que cada vez mais pessoas estão praticando este esporte, que traz benefícios para todos.” (Marta Escurra para Infosurhoy.com)
Miguel Lemos, goleiro da seleção argentina de futebol para amputados: “o mais importante é que cada vez mais pessoas estão praticando este esporte, que traz benefícios para todos.” (Marta Escurra para Infosurhoy.com)
Novas leis e atualizações nos estatutos existentes são os primeiros passos necessários para reduzir esses números, afirma María José.
“O Paraguai não conta com uma Lei Nacional de Trânsito e Segurança como os demais países da região”, diz. “E as normas que regem o trânsito terrestre nacional são de 1947. A aplicação das leis e penalidades deve ser complementada com educação sobre trânsito seguro.”
Fonte de inspiração
A Argentina sediou a Copa do Mundo para Amputados em 2010, quando a equipe liderada por Hereñú ficou em segundo depois de perder na final para o Uzbequistão por 3 a 1. A equipe espera competir na Copa do Mundo de 2014 no Irã.
Mas, além dos grandes torneios internacionais e da conscientização sobre leis de trânsito mais rigorosas, o futebol melhora a autoestima e o desenvolvimento dos jogadores.
“Comecei a praticar novamente há pouco mais de um ano. No início, não foi fácil, porque é preciso se acostumar aos movimentos com muletas”, conta o jogador argentino Facundo Loperena, de 23 anos, ex-jogador do Club Deportivo Argentino que perdeu sua perna esquerda em um acidente de moto depois de uma partida em 2008. “Agora que me acostumei, tudo é muito mais fácil.”
Miguel Lemos, que perdeu o braço direito em um acidente de trem, é um dos dois goleiros da seleção argentina de futebol para amputados.
Para o jogador de 41 anos, natural da cidade de Santa Fé, jogar com o resto da equipe tem sido uma fonte de inspiração.
“O futebol para amputados me deu a alegria de compartilhar com muita gente o que aconteceu comigo”, destaca Lemos. “Cada convocação para a seleção é uma alegria para todos, porque é uma chance de voltar a se reunir com amigos. O futebol para amputados é tudo para mim. O mais importante é que cada vez mais pessoas estão praticando este esporte, que traz benefícios a todos.”

miércoles, 27 de junio de 2012

PERIODICO PARA LOS CIEGOS


El primer periódico para ciegos de Centroamérica

Diario para ciegos
El periódico se inspiró en una versión similar lanzada en Chile.
"No hay necesidad de ver para leer", fue el mensaje que Guatemala mandó al mundo el mes pasado cuando lanzó el primer periódico en Braille de Centroamérica.
Con el apoyo del Benemérito Comité Pro Ciegos y Sordos de Guatemala (Prociegos), Publinews produjo 2.500 copias del periódico, que fueron distribuidas a las personas invidentes por todo el país.
El proyecto, financiado por cuatro empresas, es un medio mensual y gratuito con la meta de dar a los invidentes su propio acceso a las noticias.

Igualdad de derechos

"Es importante que tengan acceso a diferentes formas de comunicación y se sientan parte de la sociedad. Que tengan las mismas condiciones y oportunidades que los demás, es un derecho humano y un derecho social. Es responsabilidad del Estado que les demos todas las mejores oportunidades de desarrollo", dice Edilzar Castro Quiroz, Director de Educación en Prociegos.
Se estima que hay más de 110.000 personas en Guatemala que sufren de discapacidad visual, un problema que abunda sobre todo en las partes rurales del país, donde el acceso al cuidado médico y los recursos especiales son limitados.
Jorge Mario Cifuentes perdió su visión hace 20 años después de ser diagnosticado con retinitis pigmentaria. "Tener una discapacidad en Guatemala es bastante difícil, ya que las instituciones que atienden estos temas son de caracter privado", explicó a BBC Mundo.
"El Estado en cuanto a la atención del tema ha sido muy limitado, principalmente en el tema de la educación. Para mi, contar con un medio de comunicación, en este caso con el sistema Braille, es un reflejo de que la sociedad está sensibilizándose a la necesidad que tiene una persona ciega", dice Cifuentes.

"Una gotita de agua"

Ciegos leyendo el periodico
Se está estudiando extender la distribución del periódico en Braille a El Salvador.
El periódico en Braille tiene el mismo formato de 16 páginas que la versión principal de Publinews, pero destaca artículos que han sido adaptados para satisfacer los intereses de los invidentes.
"Nosotros detectamos que la comunidad de invidentes ha estado en el olvido por la sociedad guatemalteca y queríamos apoyarla y hacer valer los derechos de la comunidad no vidente", dice Hugo Pérez, Director de Marketing en Publinews. "Es una gotita de agua que ha hecho muchas olas."
Además de cubrir las noticias, el periódico también tiene una sección que resalta a "La Persona Más Inspiradora del Mes", con la intención de motivar a otras personas ciegas a alcanzar su potencial.
Este mes se enfoca en Brandon Aspuac, un atleta que representará a Guatemala en los Juegos Paralímpicos de Londres este año.
Publinews lanzó hace dos años el primer periódico en Braille de Latinoamérica en Chile, proyecto en el que se inspiró el nuevo diario en Guatemala. Esta nueva versión ha sido tan popular que Prociegos está discutiendo con El Salvador su distribución también en ese país.

"Me lo devoré"

"Ha sido un medio muy bien recibido, ha habido una muy buena demanda y han venido personas no videntes a pedirlo directamente a nuestras oficinas. Es un trabajo bastante complicado pero este esfuerzo no es nada para lo que realmente esta sirviendo", dice Castro Quiroz.
Sonia Hernández trabaja como recepcionista: "A mi me gusta mas leer que escuchar, entonces para mi fue una idea sensacional. Es un periódico normal, con la diferencia que esta en Braille. Yo soy fanática de las noticias: a veces estoy entusiasmada escuchando las noticias cuando suena el teléfono y ya no puedo seguir escuchando y pierdo la secuencia. Cuando me lo dieron (el periódico en Braille), allí mismo me lo devoré,"dice Hernández.
Publinews y Prociegos están de acuerdo en que lo más importante ahora es aumentar la circulación del periódico y también su frecuencia, pero dicen que a corto plazo Publinews Guatemala en Braille seguirá como un medio mensual

sábado, 16 de junio de 2012

NOTICIAS EN CONTEXTO.


Los egipcios deben elegir entre dos candidatos que representan dos visiones opuestas de gobierno: Ahmed Shafik, último primer ministro del expresidente Hosni Mubarak, y Mohamed Mursi, hombre de los islamistas Hermanos Musulmanes.
Al comparar los genes de un centenario y un recién nacido científicos descubrieron una de las claves de por qué el cuerpo humano cambia y envejece con el paso del tiempo.
¿Qué le dirían Sócrates y Aristófanes a sus compatriotas, ante la encrucijada del euro? La víspera de las elecciones en Grecia, el historiador Armand D´Angour busca respuestas en la sabiduría de los antiguos.
El funámbulo Nik Wallenda se convirtió este viernes en la primera persona en cruzar sobre un cable la famosa caída de agua en más de un siglo

domingo, 10 de junio de 2012


El dinero sucio salpica al Vaticano

El banquero Gotti Tedeschi sospechaba que algunas de las cuentas cifradas abiertas en la Santa Sede ocultaban fondos ilícitos de empresarios, políticos y jefes de la Mafia

Benedicto XVI habla con Gotti Tedeschi en el Vaticano en 2010. / REUTERS
Durante los últimos meses al frente del banco del Vaticano, eleconomista Ettore Gotti Tedeschi, de 67 años, vivió temiendo que alguno de los hombres fuertes de la Iglesia, con birrete o sin él, diesen la orden de matarlo. Por si eso llegaba a suceder, construyó con paciencia de filatélico un voluminoso informe que su secretaria tendría que entregar tras su muerte a dos amigos suyos, un abogado y un periodista, para que ellos a su vez lo hicieran llegar a un tercer amigo: el Papa. Contenía el informe multitud de documentos —correos electrónicos, fotocopias de su agenda, apuntes a mano— que servirían para entender por qué Gotti Tedeschi fracasó en su misión de adecentar el Instituto para las Obras de Religión (IOR). El economista sospechaba que detrás de algunas de las cuentas cifradas del banco se ocultaba el dinero sucio de empresarios, políticos y hasta de jefes de la Mafia. Como sucede a veces en las películas, antes del asesino llegó la policía y se incautó del informe. Ahora es el Vaticano el que tiene miedo.
El Vaticano teme que se difundan los papeles incautados al banquero
No se trata de un miedo abstracto, no es temor de Dios. Es pánico verdadero a que Gotti Tedeschi, o la policía, o los fiscales, o tal vez los periodistas, saquen a la luz alguno de los documentos contenidos en el informe reservado o en los 47 archivadores que los Carabinieri —por orden de los fiscales de Nápoles y Roma— se llevaron de su casa. No es otra cosa que temor, aunque disfrazado de amenaza, lo que rezuma un comunicado hecho público por la sala de prensa del Vaticano el viernes por la tarde. El primer párrafo advierte: “La Santa Sede ha recibido con sorpresa y preocupación los recientes sucesos en los que está involucrado el profesor Gotti Tedeschi. Pone la máxima confianza en la autoridad judicial italiana para que las prerrogativas soberanas reconocidas a la Santa Sede por la normativa internacional sean respetadas adecuadamente”. El segundo párrafo amenaza: “La Santa Sede (…) está examinando con el mayor cuidado la eventual lesividad de las circunstancias”. La traducción al román paladino es bien clara: saquen sus manos de nuestros asuntos o todos ustedes —Gotti Tedeschi, policía, fiscales e incluso periodistas— se las tendrán que ver con nosotros en los tribunales.
El escándalo del Vaticano aumenta de nivel vertiginosamente. Las primeras noticias de que intramuros se libraba una guerra de poder muy poco piadosa entre sectores de la Curia llegaron a principios de año con la filtración de documentos secretos que hablaban, entre otros asuntos, de un exótico complot para eliminar al Papa y de la defenestración de monseñor Carlo María Viganò —el encargado de licitaciones y abastecimientos— tras denunciar diversos casos de corrupción. La fuga de documentos desembocó en la detención, el 25 de mayo, de Paolo Gabriele, el mayordomo del Papa, acusado de robar y filtrar cajas enteras de la correspondencia papal. Aquel golpe mediático —con sus adornos de cuervos infieles, laicas consagradas y un apuesto secretario papal que inspiró la colección de Donatella Versace en 2007— a punto estuvo de eclipsar un hecho capital acontecido un día antes: ladestitución fulminante por “pérdida de confianza” del hasta ese momento presidente del IOR, Ettore Gotti Tedeschi, destacado miembro del Opus Dei y amigo de Joseph Ratzinger, a quien incluso había ayudado a redactar una encíclica. Sin embargo, aquel no fue un despido cualquiera. Los consejeros del IOR, recuerda el vaticanista Andrea Tornielli, dedicaron al propio Gotti Tedeschi un “documento durísimo, que lo demolía moral y profesionalmente al dar a entender que estaba involucrado en la fuga de documentos de los cuervos vaticanos”. No se trataba, por tanto, de deshacerse del amigo de Benedicto XVI. Se trataba de destruirlo.
Los enemigos de Gotti pidieron un informe psicológico para desacreditarle
La razón de tanta saña tal vez esté en los documentos encontrados el martes en su casa de Piacenza y en su despacho de Milán. Gotti Tedeschi señala en su informe: “Todo comenzó cuando pedí información sobre las cuentas que no pertenecían a religiosos”. Según varios medios italianos, durante su permanencia al frente del banco del Vaticano, al que llegó en 2009, fue descubriendo que, tras algunas cuentas cifradas, se escondía dinero sucio de “políticos, intermediarios, constructores y altos funcionarios del Estado”. Pero no solo. Como sostiene la fiscalía de Trapani (Sicilia), también Matteo Messina Denaro, el nuevo jefe de jefes de la Cosa Nostra, tendría su fortuna puesta a buen recaudo en el IOR a través de hombres de paja. Dicen que fue entonces cuando Gotti Tedeschi, quien se había tomado el encargo del Papa como una auténtica misión, empezó a tener miedo. Un miedo que lo llevó a procurarse una escolta y a elaborar, folio a folio, un expediente que solo vería la luz si era asesinado.
Pero la policía llegó primero. Y junto a los folios con correos electrónicos, fotocopias de la agenda y apuntes a mano, encontró dos listas de nombres. En una sin mucho interés figuran quienes Gotti Tedeschi considera amigos —el abogado, un periodista del Corriere della Sera, el mismísimo Pontífice —- y en la otra, más interesante, sus enemigos excelentes. Aquellos que, la tarde del 23 de mayo, escribieron una carta al secretario de Estado del Vaticano, cardenal Tarcisio Bertone, exigiéndole el despido del banquero de Dios porque “su cada vez más excéntrico comportamiento personal ya no es tolerable”. Se trataba de devolverle, a modo de bumerán, su propia acusación y achacarle ausencias injustificadas, falta de transparencia… La petición triunfó. Gotti fue despedido sin honra ni honor.
Pero, por si fracasaba aquella estrategia, los enemigos de Gotti Tedeschi ya tenían preparada una segunda. Habían encargado a un “psicoterapeuta e hipnoterapeuta” con licencia para trabajar en el Vaticano una especie de informe en el que, además de “egocéntrico y narcisista”, se acusaba al banquero de estar desequilibrado, de creerse víctima de una conspiración judeo-masónica. No hay quien gane en crueldad a los hombres de Dios cuando juegan a suplantar al diablo. Dice la policía que cuando, en la soledad de su casa, Gotti Tedeschi fue redactando su informe secreto temía verdaderamente por su vida. Tenía miedo a que sus enemigos intentasen aún una tercera y definitiva estrategia. Por eso, cuando el capitán de los Carabinieri le informó de que iba a proceder a un registro, el amigo del Papa respondió con alivio: “¡Ah!, creí que veníais a pegarme un tiro

LUCHA CONTRA LA IMPOSICION Y EL MATADERO ELECTORAL.


Egipto: rebelión contra la imposición electoral

La Plaza Tahrir, de El Cairo volvió a rebosar de pueblo el martes pasado. Igual que ocurrió a partir del 25 de enero de 2011 y durante 18 días hasta el derrocamiento de Hosni Mubarak, hombre de confianza de Washington y Tel Aviv, ríos humanos inundaron el histórico espacio. Ahora para exigir que se impida competir en la segunda vuelta de las elecciones presidenciales al general Ahmed Shafiq, ex primer ministro del régimen mubarakista, aplicándole la vigente ley de exclusión política; y para rechazar recientes fallos judiciales que involucran a Mubarak y allegados a su régimen. Uno de los asombrosos veredictos, condenó a cadena perpetua a Mubarak y su ministro del interior, para quienes la fiscalía pedía la horca por los cientos de muertos ocasionados en las movilizaciones que lo derrocaron, pero absolvió a seis altos jefes de policía directamente implicados en los hechos. Otra agraviante sentencia absolvió de cargos de corrupción al ex dictador, sus dos hijos y un multimillonario socio de negocios.
Aunque el desenlace de los juicios ha hecho estallar la indignación en tanto consagra la impunidad para los personeros del régimen anterior, a la vez actuó como detonador de la gran inconformidad popular con el resultado de la primera vuelta en las elecciones presidenciales, contenida hasta ese momento. A ello se suma la subyacente animadversión, especialmente juvenil, contra la junta del mariscal Tantawi, que más de año y medio después de la caída de su antiguo patrón continúa al mando, reprimiendo y encarcelando mientras los jerarcas militares siguen usufructuando fastuosos privilegios en un país con mayoría en la pobreza.
El saldo de la primera vuelta, con los dos candidatos más cercanos a la Plaza Tahir derrotados y el pase a segunda vuelta del declaradamente contrarrevolucionario general Shafiq apenas un punto por debajo de Mohamed Morsi, candidato también ligado a Tahrir de los bien organizados Hermanos Musulmanes(HM) ha sumido en la perplejidad y luego en la rabia a la población. Existen evidencias de una sofisticada campaña mediática de factura gringa para inducir al votante, de compra escandalosa de votos a los campesinos del Valle del Nilo, de astronómico gasto de campaña con recursos públicos y datos sólidos que apuntan a un fraude en las urnas, todo a favor de Shafiq. Pero esta no es la causa principal de la debacle electoral de las fuerzas populares sino su división y ausencia de coordinación y organización.
Sumados los por cientos de votación obtenidos por los tres candidatos con simpatías en Tahrir(Morsi, 25; el nasserista Hamdein Sabahi, 21 y 18 el islamita independiente Abdelmoneim Aboul Fotou) lograron casi las dos terceras partes, lo que indica que con un candidato de unidad habrían barrido a Shafiq, cuyos sufragios, mas los de de Amr Moussa, el otro candidato del régimen anterior, sólo sumaron la tercera parte. Pero los HM, contrariamente a su compromiso previo, decidieron postular candidato propio y no hubo forma de hacer que unieran empeños los otros líderes populares, que aún sin el apoyo de los HM habrían derrotado a Shafiq en primera vuelta.
Ahora las fuerzas populares partidarias del estado laico –no se diga las altivas jóvenes egipcias- se debaten ante la disyuntiva de dar el voto a Morsi, que promete implantar una versión moderada de la Sharia(ley islámica) ante la horrible perspectiva de que gane Shafiq, cuya única promesa es la típicamente reaccionaria de asegurar “estabilidad y seguridad”. De allí que como plan emergente se haya decidido en Tahrir, y las plazas de Alejandría y otras ciudades exigir a la junta militar la inhabilitación del general como candidato. Asimismo, los candidatos populares derrotados negocian con Morsi, como condición para llamar a votar por él en segunda vuelta, que acepte la instauración de un consejo presidencia plural, un primer ministro ajeno a los HM y la integración de una asamblea constituyente y un gobierno representativos de todos los sectores del país, que incluya a las demás fuerzas populares y a los cristianos coptos. De otra manera estos votarían en masa por Shafiq por temor a un repunte del islamismo extremista. Es interesante que estas demandas fueron aclamadas en Tahrir con nutrida asistencia de la juventud de los HM. Pero lo más alentador es la vuelta de la juventud y el pueblo a las calles, nuevos aprendizajes, multiplicación de energías y opciones abiertas a inesperados desarrollos de la rebelión egipcia

EL MATADERO ELECTORAL.


El fraude perfecto y la dictadura de partido. Habrá que demandar el equilibrio de determinados poderes



Escrito por:  Dr. Jesús Feris Iglesias


Las recientes elecciones demostraron que la democracia dominicana fracasó y por lo tanto habría que buscar otra modalidad para establecer gobiernos que respondan a la voluntad popular, de no corregirse las violaciones a la Constitución y las leyes como ha primado hasta el presente.


No es posible que a los ojos del mundo y sobretodo de los países que tienen grandes inversiones en el país y ejercen, aunque no se quiera, una gran influencia en los gobiernos y grupos de poder local, permitan que el gobierno abuse flagrantemente, irrespetando la Constitución y las leyes y utilice los fondos públicos, expresado por el presidente Fernández, de que gastaría más de 40 mil millones de pesos en la recién pasada elecciones, regalando dinero, alimentos, electrodomésticos; comprando dirigentes y todo cuanto habría que hacer, para que los miserables del país retorcieran su voluntad y quedarse con el gobierno.

Y digo de los países con inversiones, porque si se busca otra modalidad para establecer un gobierno que represente la voluntad popular, vienen como lo han hecho anteriormente con 42 mil marines y un grupo minoritario de militares de otros países a detener el triunfo del pueblo. Y que no me digan que los tiempos han cambiado, porque han intervenido últimamente en Iraq y Afganistán y después de las próximas elecciones en los Estados Unidos, invadirán sin lugar a dudas a Irán.


No es posible que los observadores internacionales vengan al país a hacer turismo electoral, y luego digan que todo está bien, cuando en realidad vieron con sus propios ojos y retrataron a la policía electoral proteger a los compra cédulas del gobierno, a la guardia hacer redadas en los barrios pobres, colocar a jóvenes boca abajo apuntándoles con sus fusiles con el objetivo de que no fueran a votar y cuantas truchimanerías y trampas para lograr la victoria.


Se debe bautizar las elecciones pasadas como el “fraude perfecto”. Esto así, porque la compra de cédulas o de todos los funcionarios de una mesa electoral no se puede demostrar, pero sabemos todos los que vivimos aquí que eso sucedió. ¿Cómo podemos demostrar que la guardia hacía redadas y quitaba cédulas para evitar que los jóvenes fueran a votar?

Definitivamente, se instauró en el país una dictadura de partido con el dominio absoluto de todos los poderes del Estado. Y, me pregunto, ¿Si todo lo narrado aconteció en el 2012, qué no acontecerá en el 2016, con cuatro años más de acumulación de dinero y mayor impunidad de la que existe hoy día? ¿Alguien puede creer que jugando a la democracia que no es más que el convencimiento a través de la palabra y el comportamiento de los partidos y líderes para que la mayoría de las personas voten por tal o cual candidato o partido; se podrá competir con igualdad de condiciones como sucede en los demás países democráticos?


Considero que la modalidad para llevar a esta dictadura de partido a la legalidad es con la movilización popular permanente, demandando las necesidades prioritarias de la nación y que no se despilfarre los fondos públicos como hasta el momento ha sucedido. Habrá que demandar el equilibrio de determinados poderes del Estado y la imparcialidad por lo menos de la justicia dominicana y la Junta Central Electoral.


Tienen que comprender que más de la mitad de la población votó en contra de la política actual pero que el gobierno retorció la voluntad popular.


Finalmente, el liderazgo por la democracia habrá que construirlo dirigiendo las necesidades y deseos del pueblo dominicano a tener un futuro mejor.


Un fraude electoral legitimado por una sociedad cobarde y el entreguismo complaciente de los llamados observadores

Escrito por: Enrique Cabrera Vásquez

REPUBLICA DOMINICANA.- Sabido por todos los dominicanos (nas) que el 20 de mayo la población despertó entusiasmada y optimista presta para ir a votar por el candidato de su predilección. ¡Ho Sorpresa! el país amaneció militarizado, los centros de votación tomado por tropas en zafarrancho, algunos con los rostros cubiertos y pintados. Todo un ambiente de guerra y tensión fue creado en los entornos de los colegios electorales.

Millares de ciudadanos y ciudadanas que habían acudido a votar se replegaron y retiraron cohibido por ese ambiente terrorífico de intimidación y represión. Las madres nerviosas volvieron a sus hogares a proteger a sus hijos, a aconsejarle que no salieran a las calles, los padres por igual no fuera que se zafara un tiro y lo alcanzara o que cualquier agente represivo se la cogiera con él y abusara de su persona. En fin, el certamen cívico había degenerado en un clima de intranquilidad, desasosiego y temeridad.

Concomitante con este cuadro de terror psicológico en los alrededores y los frente de los colegios electorales fueron apostados grupos de militantes del partido de gobierno, el mal llamado de la Liberación Dominicana que para muchos debería llamarse de la liquidación Dominicana, armados, desplegando grandes recursos logísticos, cuales fuerza para-militar, provocando, amenazando, e instalando una estructura de compra de cédulas de identidad y electoral, a la vista de todo el mundo y en las narices de las autoridades .

En medio de esta alarmante irregularidad que contribuía a alterar y contaminar el proceso de votación, y utilizando los recursos públicos el gobernante Partido de la Liberación Dominicana (PLD) consolidaba su estrategia fraudulenta para robarse las elecciones del 20 de mayo.

Sin escrúpulos algunos la corporación mafiosa y gansteril que hoy domina el Estado Dominicano asumió la indigna conducta de quebrantar la voluntad popular. La culminación de este desdeñable y execrable acto de delincuencia criminal estuvo matizada por el uso del presupuesto nacional para sobornar, comprar medios y periodistas, corromper todo débil de espíritu, montar una millonaria y asquerosa campaña sucia de calumnias y mentiras contra el principal candidato opositor Hipólito Mejía, al tiempo que se esgrimía el chantaje y la extorsión con los programas sociales, Tarjeta Solidaridad, Bono Luz, Bono Gas y otros, asustando a los beneficiarios a cambio del voto morado por Danilo Medina.

Nunca antes en la historia nacional candidato alguno había sido objeto de tan monstruosa campaña de denuesto, epítetos, embustes, mentiras y calumnias. Asociado con el compromiso bien pagado de programas de radio y Tv, así como de más de tres mil comunicadores asalariados cuya nomina, según denuncia, sobrepasa los 900 millones al mes, el gobierno peledeístas de Leonel Fernández «impuso» a su candidato Danilo Medina.

El resultado electoral del 20 de mayo es inaceptable, el mismo es espurios, producto de la inmoralidad, la compra de conciencia y el uso delincuencial y criminal de los fondos públicos.

Pero lo penoso del caso ha sido la actitud de los llamados observadores que festinadamente calificaron de «ejemplar» el certamen electoral, asimismo, señalaron «no tener evidencia de compra de cédulas». Con esta posición complaciente y entreguista esos señores contribuyen con el mercantilismo peledeísta, el caos, el desorden, la manipulación y el fraude electoral de que ha sido víctima el candidato del Partido Revolucionario Dominicano.

Acaso se puede olvidar lo afirmado por el presidente Leonel Fernández en un acto público en la ciudad de Nueva York en el sentido de que disponía de 40 mil millones del presupuesto estatal para revertir la simpatía mayoritaria que en ese momento mostraban la encuesta a favor de Hipólito Mejía. Al final se ha denunciado un déficit fiscal de más de 65 mil millones que se usaron abusivamente y de manera atropellada en favor del candidato del gobierno

Esta estocada a la democracia no puede ser legitimada. La sociedad nacional debe reaccionar con energía y dignidad. Asumir una postura contrario sería un vil acto de cobardía e irresponsabilidad. Jamás debemos dar la sensación de premiar al gobierno mas ladrón, corrupto y delincuente en toda la historia de República Dominicana. Si la corporación mafiosa PLD continua gobernando nuestro país el costo moral, político, social y material será catastrófico. Dejémonos de poses conservadoras y tímidas, liberémonos de ese temor ancestral que nos condiciona aceptarlo todo en aras de nuestra tranquilidad personal. Continuar por esos pasos torpes, incoherente, asustadizo e indiferente nos hará peor daño que el enfrentar a la gavilla desalmada que hoy saquea y se roba el país. Por nuestro bien personal, por la suerte de nuestros intereses, por el futuro del país seamos protagonista de nuestro futuro ahora.
Peligro... El propósito oculto de Miguel Vargas
  

Nota de recordación. Este análisis del periodista y politólogo Enrique Cabrera Vásquez fue publicado el jueves, 7 de abril de 2011, en nuestro periódico digital EL COLOSO DE MACORIS. COM y en nuestro blog EL COLOSO DE MACORIX, en medio de los encendidos debates pos convención del Partido Revolucionario Dominicano. Léanlo y verán los pronósticos de ese momento
http://elcolosodemacorix.blogspot.com/2011/04/peligro-el-proposito-oculto-de-miguel.html

Por: Enrique Cabrera Vásquez (Mellizo)

SAN PEDRO DE MACORIS.- El trauma perredeísta pos convención ha puesto de relieve las intenciones nefasta sobre el Partido Revolucionario Dominicano (PRD) de parte de su presidente Miguel Vargas Maldonado. Solo así se puede explicar e interpretar la terquedad, necedad y absurda posición de fuerza, de chantaje y extorsión, que exhibe el derrotado pre candidato presidencial.

Mas que el 48 por ciento de los cargos o empleomanía del posible gobierno que presida Hipólito Mejía, concebido en el pacto firmado horas antes de celebrarse la convención, éste reclama, (goloso), la candidatura vice presidencial, la continuidad despótica al frente del partido y que se le proclame desde ya, (insólito), candidato anticipado a la presidencia de la república para el torneo electoral del 2016

¿Que se percibe con esta obstinada actitud de parte de Miguel Vargas?
A Miguel Vargas Maldonado  le importa un comino la suerte electoral del partido, pues éste ve al PRD como un feudo personal con lo cual puede hacer jugosos negocios con el gobierno de turno; que al tener al PRD herméticamente bajo su control podrás disponer a su antojo y capricho de sus recursos. Negociar posición de poder con Leonel Fernández y su PLD; tener al PRD como una herramienta permanente de presión político-personal. Desde la presidencia del PRD podría lograr muchas cosas no para los intereses del partido sino para él y solamente para él.

Un hecho que delata en cuerpo entero las intenciones nefasta de Miguel Vargas son las declaraciones de prensa del diputado Jorge Frías, quien corroborando lo dicho por el ex senador perredeísta Alejandro Sánchez, declaró que 21 diputados del P RD, (del litoral de Miguel Vargas), estarían dispuesto a apoyar la reelección de Leonel Fernández y con ello los planes de control y dominio sobre el Tribunal Electoral, Tribunal Constitucional, Consejo de la Magistratura, entre otros poderes importantes del Estado resultante de la nueva Constitución de las corbatas azules


Veamos. Percibiendo que ya el derrotado pre-candidato no cuenta con mayoría en el Comité Ejecutivo Nacional del PRD y de que la candidatura de Hipólito Mejía institucionalmente es irreversible, entonces negociar con Leonel Fernández la composición del Tribunal Electoral y a través del mismo tratar de obtener la candidatura que le negara el voto mayoritario de los perredeístas en la convención del 6 de marzo. Es decir, buscar con el respaldo de Leonel Fernández y su gobierno del PLD lo que él calumniosamente le indilga a Hipólito Mejía. No hay escrúpulos ni moral, « el fin justifica los medios». !Cuando descaro e inmoralidad!

En caso de que el Tribunal Electoral peledeístas -Leonelita le dé injustamente ganancia de causa con relación a la candidatura presidencial del PRD cebarse de los recursos que por ley da la Junta Central Electoral a todos los partidos políticos, y beneficiarse de ello.

Y en el hipotético escenario de que se le den sus planes perversos y divisionistas del PRD, y pierda las elecciones, entonces ya convertido el PRD en un desastre, tenerlo como sello gomigrafo para vivir de sus recursos con los fondos electorales. Esa es la verdadera intención que se colige de la posición de chantaje que hoy presenta el derrotado pre-candidato del PRD. Fastidiar, torpedear; mermar la capacidad de triunfo electoral de Hipólito Mejía y el PRD, como dice el pueblo, «echarle jabón al salcocho».

¿Ante esta situación qué hacer? Pues repetir lo que se hizo en la convención del año 2000 cuando Hipólito fue electo candidato presidencial en la asamblea de delegados.

Recordamos que en aquella ocasión Fello suberví fue electo Secretario General y Hatuey Decamps presidente del PRD en sustitución de Emmanuel Esquea Guerrero.

La única forma viable y legal de impedir la continuación de los planes divisionistas y perverso de Miguel Vargas es sustituyéndolo ahora como presidente del PRD. Aprovechar la coyuntura del momento donde él ya ha perdido la mayoría cauta que tenía en el Comité Ejecutivo Nacional y explotar políticamente el deseo de unidad y de triunfo de los perredeístas. Es el camino a seguir. Hay que denunciar ante toda la membrecía del PRD la conducta negativa y reduccionista de Miguel Vargas.

Si se acepta que Miguel Vargas Maldonado siga hasta el 2016 al frente del partido, independientemente de cuál sea el resultado electoral del 2012, de seguro que ante su codicia y ambición faraónica, las cosas serán mucho peor. Miguel Vargas ha perdido legitimidad, credibilidad y calidad para seguir siendo presidente del PRD. El que se deje confundir, engañar y manipular pagará con creces amargos su ingenuidad e infantilismo político.

Bajo las premisas planteada por Miguel Vargas no se puede seguir negociando, seguir por esos pasos sería más que una pérdida de tiempo hacerle el juego y darle espacio de tiempo para las negociaciones que él sí está haciendo con el gobierno.

En este sentido me identifico plenamente con el artículo análisis publicado el sábado en el periodo Hoy por el periodista Juan Bolívar Díaz. Ojo avizor. Vigilancia constante. Desconfianza constante. Hay que pasar de la defensiva a la ofensiva. Hay que aprovechar el liderazgo de Hipólito Mejía, el fervor y entusiasmo que la población siente por su candidatura.

Si no se comprenden las cosas como la estamos planteando, si se ignora por mezquindad y discriminación el presente análisis, si los sabelotodo presuntuosos que abundan en los litorales de los proyectos políticos, se burlan de lo que decimos, entonces abúl que no habrá ninguna posibilidad de ganar en el 2012

LAS REVELACIONES DE RANCHO LARGO.


El sitio ancestral identificado más próximo a Punta Querandí también da que hablar. La Cámara de Apelaciones confirmó el fallo contra la firma EIDICO por la posible destrucción de sitios de valor espiritual. Las pruebas aportadas por la empresa muestran, como mínimo, una flexibilidad extrema de las autoridades ambientales y arqueológicas.
Además: OTRO REVÉS PARA LOS NEGOCIADOS: LA JUSTICIA FRENÓ LAS CONSTRUCCIONES EN EL DELTA / ENTUSIASMO ADOLESCENTE EN LAS NUEVAS LUCHA POR LA IDENTIDAD / "LOS COUNTRIES NOS VIENEN SACANDO LUGARES Y RESERVAS" / ¿UN PODER SIN LÍMITES? LOS VÍNCULOS ENTRE O'REILLY Y SCIOLI / PARA VER ON LINE: RUNA KUTI / NUEVO IMPULSO A LA CAMPAÑA CONTRA ROCA / SEMINARIO ABIERTO DE PUEBLOS ORIGINARIOS
Más información en Indymedia Originarios
16 de Mayo del 2012 | REPRESIÓN EN TINOGASTA

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Lunes 4 de juio del 2012 | LA PLATA

Calle 13 recibió el Premio Rodolfo Walsh

 
La facultad de Periodismo y Comunicación Social entregó el Premio Rodolfo Walsh a los músicos de Calle 13. Ayer al mediodía, el cantante Rene Pérez llegó como representante del grupo puertorriqueño para recibir el reconocimiento por su aporte a la comunicación latinoamericana, “por romper con viejas categorias y construir un camino alternativo de producción y circulación de la información; porque esta poderosa banda de músicos jóvenes latinoamericana apuesta a la circulación de mensajes críticos y liberadores sin maquillaje”. El rapero hizo hincapié en el aumento de la participación politca de los jóvenes en los países latinoamericanos y aseguró que “el derecho a la libre expresión debe ser de todos, porque todos somos comunicadores. Es importante que la gente se atreva a escribir lo que ve, que se comprometa con buscar la verdad y hacerla pública”.
Además: DENUNCIAN CENSURA E LA FACULTAD DE PERIODISMO | ESTATALES COLUYERO JORNADA PROVINCIAL DE LUCHA | NO SE OBJETA LA QUEJA AL CAMBIO | LOS JUDICIALES VAN POR LA VÍA LEGISLATIVA | POSICIONES ENCONTRADAS EN EL ABRAZO A LA REPU | OTRAS NOTICIAS

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Domingo 3 de junio de 2012 | PUEBLOS DEFENDIENDO SUS TERRITORIOS

Judicialización o represion como respuesta a las luchas

La noticia de un posible desalojo del bloqueo selectivo que estan realizando a la vera de la ruta 60, comenzo a correr en la mañana del viernes 1 de junio, la declaraciones de las autoridades encendio mas la bronca de los asambleistas y vecinos/as de Catamarca y del pais que siguen la lucha desde sus lugares, primeramente Lucia Corpacci gobernadora de la provincia de Catamarca decia que "solicitaba a la Corte de Justicia de la Provincia que arbitre los mecanismos conducentes a los efectos de “hacer cesar el impedimento de tránsito que afecta a la libre circulación de las rutas, la libertad de trabajar, la libertad de comercializar y a la libertad de ejercer industria lícita” en la Ruta 60.
Mientras la situación de tension en el NOA continua acrecentandose, en la localidad patagonica de Loncopue en la provincia de Neuquen se realizara un referéndum el proximo 3 de junio, donde unos 3.600 votantes estarán en condiciones de decir Sí a un proyecto de ordenanza que rechaza la minería a cielo abierto.
Viernes 06 de junio de 2012 | EL DIARIO DEL JUICIO A LA CONTAMINACIÓN

Juicio a la Fumigación

Finalmente el próximo 11 de junio la fumigación será juzgada en los tribunales penales cordobeses.
Luego de más de diez años de lucha inclaudicable de las madres de barrio Ituzaingó Anexo, dos productores y un aero fumigador de la zona tendrán que afrontar los cargos de delito penal de violación el artículo 55 de la Ley Nacional de Desechos Peligrosos (24.501), el cual se vincula con el artículo 200 del Código Penal, con lo cual les correspondería penas de entre tres y diez años de prisión. Los acusados de este proceso son Francisco Parra, Jorge Gabriello (productores agropecuarios) y Edgardo Pancello (piloto fumigador).
En este contexto judicial y con un marcado incremento de rechazo y repudio social a la fumigación, un conjunto de periodistas, comunicadorxs y colectivos de comunicación han constituido un espacio (portal webwww.juicioalafumigacion.com.ar)  para visibilizar el día a día de los distintos momentos del juicio a la fumigación que se llevará adelante en los Tribunales Penales de Córdoba.
Domingo 27 de Mayo de 2012 | ACTIVIDADES EN TODO EL PAÍS

28 de Mayo, Día Internacional de Acción por la Salud de las Mujeres

En una reunión realizada luego del V Encuentro Internacional Mujer y Salud (1987) en San José, Costa Rica, , se aprobó una propuesta de la Red de Salud de las Mujeres Latinoamericanas y del Caribe para instaurar un día de acción en torno a la salud de las mujeres, acordándose la fecha del 28 de mayo. Su principal objetivo fue denunciar las altas tasas de morbilidad y mortalidad materna existentes especialmente en los países menos desarrollados por causas mayormente prevenibles, y exigir de los gobiernos políticas y legislaciones adecuadas para enfrentar esta realidad.
Más información en Indymedia Géneros
Viernes, 25 de Mayo de 2012 | "POLITICA Y MISERIA"

Los gobiernos progresistas y el efecto despolitizador en la sociedad

Fotos:Lucia Maina
El pensador uruguayo estuvo en Río Cuarto, dio a conocer el planteo de su último libro y debatió con diferentes organizaciones de la ciudad. Sostuvo que las políticas sociales hoy en América Latina silencian el conflicto, debilitan a los movimientos sociales y permiten profundizar un modelo de desigualdad y extractivismo.
A lo largo de un día agitado, reflexivo y movilizador el pensador y activista uruguayo Raúl Zibechi disparó en Río Cuarto nuevas reflexiones sobre la coyuntura actual en América Latina y Argentina. A través de charlas, debates y encuentros explicó cómo los gobiernos progresistas logran profundizar el modelo actual con políticas sociales que silencian el conflicto, debilitan a los movimientos y culpan a la pobreza de los problemas de nuestra sociedad.
El sábado 12 de mayo más de 50 personas se acercaron al taller “Comunicación y Política en los procesos colectivos”, coordinado por el Colectivo Grietas, para escuchar y debatir las reflexiones de Zibechi. Durante la charla, el pensador desnudó los nuevos modos de dominación y señaló que los principales desafíos de los movimientos sociales latinoamericanos hoy son la autonomía respecto del Estado y la construcción de poder popular Leer articulo completo
Más información: Indymedia Córdoba